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Apaixonada

Apesar de ter parecido fácil, foi bem difícil me apaixonar, digo pelo livre significado que essa palavra era pra mim, mergulhar fundo, sem nem imaginar o que me esperava. Um oceano imenso e cheio de oportunidades ou seria o fundo do poço?! Eu via aquele azul sem fim.

Não costumo me encantar por futilidades, mas me encanto de várias maneiras pelo que as pessoas me apresentam delas. E você, bem, você é desses caras que me encantam, pela simplicidade de ser exatamente o que você é, sem clichês ou melhor, com todos os clichês que puder.

Eu me apaixono cada vez que vejo como você cuida de mim. E na maioria das vezes só reparo isso dias depois das suas atitudes. Do tipo daquelas que a gente faz durante horas, um monte de carinhos. Eu já te disse, inúmeras vezes, aliás, digo isso quase sempre que estou com você, eu gosto do cheiro que você tem e eu não estou falando do perfume de marca jogado na estante, estou falando do cheiro que a sua pele tem, de como o cheiro combina comigo e é capaz de me arrepiar todas as vezes.

E eu gosto tanto, tanto mesmo, de quando você acorda primeiro e fica alí reparando em cada pedacinho de mim. Hoje eu quis falar sobre a minha maneira de apaixonar, todo dia, pelo mesmo cara, há quatro anos, um mês e uns dias.

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Manifestação

Ele dela, ela dele. E só aí já se explicava parte da história.

Uma manifestação de afinidades, quando de longe pensamos parecido a respeito de qualquer fato. O mesmo angulo de visão, a mesma interprete. Um conforto ao saber que até mesmo nas mais retardadas das coisas, pensamos exatamente igual.

A torcida pelo final de semana, por acordar de manha do seu lado. Por saber que seu braço, tem o encaixe perfeito para o meu pescoço.

Ele me beija a boca, e o corpo inteiro pede… Ela dele, ele dela e  mais um dia dos namorados, dentro do infinito clichê. Desses clichês que deixam a gente até meio patético diante do resto do mundo. E tão feliz.

Aquela canção, que já embalou alguns textos: Bubbly – Colbie Caillat.