Novidades sobre a saudade

Daquele primeiro de junho de 2012 pra cá muita coisa mudou…Eu segui á risca um conselho seu. E quando comecei o projeto que era mais seu do que meu, você ainda estava por aqui para ver o seu sonho se realizar, bem antes do meu. Você fechou os olhos antes mesmo de saber de saber que naquele mesmo mes de junho eu faria matricula. Esses últimos 3 anos tiveram um peso além dos limites que eu conhecia, mas passaram rápido, na mesma proporção. Esse ano  eu me formo e eu tô morrendo de medinho, pra ser sincera. Como está o mercado e o que o futuro está reservando pra mim, mas também, com um entusiasmo gigantesco e doida pra te contar que a maior parte do entusiasmo foi por pura insistência sua, esse sonho era seu e somente depois se tornou meu.
Comecei a gostar de figado e que coisa boba de se contar, também comecei a adorar o gosto da cebola, mas ainda não gosto, não gosto mesmo do barulho que ela faz. E olha que engraçado, depois daquele mes de junho eu nunca mais comi uva, coisa maluca, elas me fazem lembrar tempos difíceis.
Eu tô com aquele mesmo cara, aquele que você gostava, que você me disse que cuidaria de mim e tava certo, bem certo. Ele me ensinou a gostar de futebol americano, cheio de regras e diferenças do futebol que a gente  gosta. Provavelmente se o senhor conhecesse sobre, torceria para algum time rival ao que escolhi, só por ser do contra e pra ter mais jogos ainda pra ver.Tem um pequeno por aqui, que agora tá bem grandinho e ensaia coreografias do M.Jackson num palco imaginário que vai da sala até a garagem.
Eu penso muito em você. Você faz parte de quem sou hoje. Você me ensinou muita coisa e não importa o quão aparentemente longe você esteja, fico extremamente feliz de saber que um dia a gente se vê de novo, e de novo, e de novo. Das novidades mais gostosas que já te contei em sonho, te conto em texto pra não esquecer nenhum detalhe, se eu fosse contar tudo por aqui não caberia, então, bons sonhos pra nós.
Eu li uma frase da qual o autor eu nem conheço, mas diz muito sobre esse vazio que na verdade é cheio de coisas: “A saudade é uma espécie incomum de vazio: o que vem cheio de sentimentos e sentidos.” R. Nery
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